2 Passos para quem é de Finanças se Tornar um Storyteller

Segundo Alex Anton, Diretor de Estratégia do iFood, que escreveu o artigo “Não sabe contar uma história? Então você não tem uma estratégia” em parceria com Francine Zucco, (que você pode encontrar aqui) para que possamos contar uma história impactante precisamos de um início que chame a atenção, um meio envolvente e um final surpreendente. Assim, conseguimos reter a atenção do espectador do começo ao fim.

A parte mais interessante disso? Essas histórias aparentemente simples, podem ser recheadas de estratégia, quando trazemos essa teoria para os gestores de finanças.

Primeiro precisamos entender que na área de Finanças, é de hábito cotidiano dos gestores mensurar e manipular números de forma natural. Porém, as estratégias, sempre voltados para os resultados, evidenciam muito essa preocupação lógica, mas acaba-se por desconsiderar o que verdadeiramente intermedia esse processo constantemente: cada componente da equipe e seus clientes internos… pessoas!

O próximo passo, é nos fazer a seguinte pergunta: se podemos introduzir estratégia dentro de uma história, então de que vale uma estratégia eficaz se quem conta não sabe expressa-la? Bem, sem uma apresentação bem estruturada, um tom de voz impactante, uma postura convincente… não vale de nada.

Mas é claro que existe um método, e em dois passos você pode começar a se tornar um storyteller eficaz:

1. Elaborar uma estratégia.

No ambiente organizacional estamos acostumados a elaborar estratégias exclusivamente para alcançar resultados, atingir metas e outras atividades relacionadas sempre aos números, mas podemos – e devemos – ter uma estratégia para nos relacionarmos com as pessoas. Inspirar respeito e admiração são desafios que podem ser vencidos pelos gestores de finanças com o auxilio de uma oratória bem estruturada para o engajamento seja alcançado mais facilmente de forma surpreendente.

2. Se identificar com as necessidades.

Quando somos capazes de contar nossas “histórias”, as pessoas a nossa volta se envolvem e as tornam suas também, gerando empatia. Assim, conseguimos engajar uma equipe em um objetivo comum, persuadindo-os de que o melhor ainda está por vir, transformando a entrega coletiva em resultado.

Fica evidente que a estratégia é aliada da comunicação bem estruturada, mas o mais importante é entender que não precisa ser complexo para dar resultado. É apenas uma questão de mindset começar desde já com esses 2 passos simples.

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